sábado, 23 de janeiro de 2016

REDE DE INTRIGAS


Low Country Liar
Janet Dailey
Coleção Julia, nº 79
Série
Romances Editora Abril, 1978



O TEMA QUE O LIVRO ABORDA É DISFARCE


Ô livrinho bom!
Muito legal mesmo. Fácil leitura, leve e agradável.
 A tia dela Mitzi é apaixonante. Esse livro é para quem não se detém a detalhes, como a mocinha se disfarçar e o mocinho não perceber que se trata da mesma pessoa, rsrsrsrs.
Para nós sonhadoras, sendo um bom romance, deixamos nos levar pela magia, e pela história, não muito real. Pois esse é o único ponto fraco do livro. O livro de resto é maravilhoso, muito bom. Gostei bastante do mocinho. O livro é apaixonante.

Leiam!!!!!!!!!!!!!





RESUMO DO LIVRO

Lisa chegou aos Estados Unidos disposta a tudo para desmascarar Slade Blackwell, o homem que estava se aproveitando da confiança da sua tia Mitzi. uma velha rica e solitária. Alguém tinha que fazer alguma coisa para livrar a velhinha das garras daquele ladrão! E foi assim que Lisa começou a viver duas vidas: à noite era a loura sobrinha de Mitzi; durante o dia, era a nova secretária de Slade, usando um nome tão falso quanto sua peruca ruiva. Até descobrir que, em todo aquele emaranhado de mentiras, só havia uma única e deseperada verdade: estava irremediavelmente apaixonada por Slade, um homem sem caráter!


TRECHO DO LIVRO





"Aproximando-se da casa da tia, Lisa tirou a peruca ruiva e soltou o cabelo loiro, penteando-se com cuidado.
Férias. . . Seus braços e ombros doíam, pois nunca na vida ficara tanto tempo batendo à máquina. Se ser secretária era mesmo aquilo, ia arranjar um aumento para
Donna, sua secretária na televisão, assim que voltasse a Baltimore.
Avistou um carro logo atrás de seu táxi. Pensou que fosse Slade e gelou da cabeça aos pés. Antes de sair do escritório, ouvira-o dizer a Drew que ia para a casa
de Mitzi direto do serviço. Para seu alívio, quando o carro passou por ela, verificou que era um homem de uns sessenta anos, um pouco careca.
O trânsito estava ruim. Lisa ficava aflita sempre que o táxi parava. Tinha que chegar antes de Slade, ou todos os seus planos estariam arruinados. Só respirou aliviada
quando chegou à porta da casa. Planejava ir imediatamente para o quarto e trocar de roupa, mas encontrou Mitzi logo na entrada.
— Puxa, até que enfim você voltou, sã e salva! — a tia falou, sorrindo, mas logo seu rosto assumiu ares de preocupação. — Parece exausta, o que houve?
— Foi um dia cansativo. — Seus músculos doíam, não havia como disfarçar a fadiga.
— Se eu soubesse que já se desgastar tanto no primeiro dia aqui, teria convidado Slade para jantar amanhã. Mas agora é tarde. Ele chegará dentro de alguns minutos.
— É melhor eu subir e trocar de roupa, então.
— Não é preciso. Pelo que posso notar, é melhor você sentar numa dessas poltronas, pôr os pés num banquinho alto e tomar um aperitivo para relaxar. — A sugestão
era tentadora, mas Lisa não podia aceitar. — Além disso, Lisa, essa roupa é muito bonita. Não precisa ir se trocar.
Mas aquele era exatamente o problema: precisava mudar de roupa, e logo! Slade Blackwell a vira com ela o dia todo.
— Acho que preferia tomar um banho e me refrescar. Eu seria uma nova pessoa depois. — Espero, completou, em pensamento.
— Faça o que achar melhor, meu bem.
— Se o sr. Blackwell chegar antes de eu descer, peça desculpas pelo meu atraso, está bem? — Subiu alguns degraus, parou e disse:
— Fiquei sabendo que o trânsito para o lado do centro está terrível!
— Sim, eu sei, é sempre assim a essa hora. Slade costuma vir a pé: o escritório dele não é muito longe.
A idéia de que ele esteve a pouca distância dela, no caminho, a fez estremecer. Assim que entrou no quarto, ouviu a porta da entrada ser aberta.
Foi direto ao banheiro. Adoraria tomar um banho, mas não havia tempo. Lavou simplesmente o rosto com água fria, para tirar os sinais de cansaço. Depois, colocou
um vestido azul-claro de corte simples, que acentuava as belas curvas de seu corpo. Ficou com uma aparência suave, pequena e frágil, bem ao contrário da roupa atrevida
que usara durante o dia."

VOCÊ ENCONTRA O LIVRO AQUI:http://amoraosromances.blogspot.com/

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Mr.&.Mrs.Smith-Mondo Bongo.mp4

AMOE ESSA MÚSICA :Mondo Bongo -joe Strummer and The Mascarelos


AQUI VAI UM PEDACINHO DELA NO FILME MR. &MrS. SMITH



AS SETE REGRAS DO AMOR

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Filme adorável, gostoso de assistir. Lembra muito nossos romances florzinhas, por isso ele foi o escolhido para comentar. 
Não vou contar o filme. Mas quer uma dica de filme romântico, com uma trilha sonora gostosa de ouvir e personagens encantadores, esse filme é tudo isso e muito mais.



UM FILME DOCE, ENCANTADOR E DELICIOSO PARA ASSISTIR!






Sinopse e detalhes

Antes de morrer, a mãe de Amy (Kimberly Williams) elaborou um roteiro para que a filha, na época com 7 anos, vivesse bem sem sua orientação. No roteiro,  estava especificado quando Amy deveria ir a um acampamento de verão, que profissão seguir e até mesmo quando deveria se apaixonar: apenas lá pelo 7º namorado. Amy segue fielmente as instruções e, já adulta, conhece Daniel (Brad Rowe), um jovem que tem todas as qualidades que a atraem. Porém há um problema: ele é seu 6º namorado. Ela então elabora um plano para fazer com que o 6º torne-se seu 7º namorado, o que evitaria problemas com o roteiro deixado pela mãe.


FILME COMPLETO E DUBLADO:









Atores e atrizes





Kimberly Williams-Paisley

Personagem: Amy Myer




Patrick Dempsey

Personagem: Peter Connor




Brad Rowe

Personagem: Daniel McCandles

Vai ver esse filme?

Dê uma nota se gostou!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

MENS@GEM PARA VOCÊ

Comovente e bela.
A história se torna engraçada ao longo do filme. 
Temos duas pessoas que vivem brigando, rivais e ainda  assim se gostam profundamente.
Uma comédia romântica agradável!!!
Filme gostoso de assistir, lugares agradáveis e uma trilha sonora bacana.


Sinopse e detalhes
Proprietária de uma pequena livraria, Kathleen (Meg Ryan) praticamente mora com seu noivo (Greg Kinnear), mas o "trai" através da internet com um desconhecido, pois todo dia ela manda pelo menos um e-mail para ele. Seu misterioso amigo (Tom Hanks) também faz o mesmo e passa pela mesma situação: "infiel" com sua noiva (Parker Posey). De repente, a vida dela abalada com a chegada de uma enorme livraria, que pode acabar com um negócio que da sua família há 42 anos, e ela passa a não suportar um executivo que comanda esta mega-livraria, sem imaginar que o mesmo homem com quem ela conversa pela internet. Após algum tempo, ele toma consciência da situação, mas teme se revelar e muito menos dizer que se sente atraído por ela.

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TRAILHER DO FILME 


LINK DO FILME NO YOUTUBE COMPLETO E DUBLADO PARA ASSISTIR


NÉVOA DO PASSADO

Névoa do passado
Home at last
Barbara Kaye
Coleção Super Sabrina, nº 53
Série
Romances Nova Cultural, 1985


ESSE LIVRO É LINDO! O TEMA ABORDADO É AMNÉSIA, MAS QUE TEM UMA HISTÓRIA POR TRÁS DO DESAPARECIMENTO DO MOCINHO.
Sabe aquele livro gostoso de ler, o mocinho é um encanto, não é um ogro, pois a história é bem diferente dos livros florzinhas e corações. Pois o motivo de  Laura se desencontrar com o marido Jacob, não te a ver com brigas, mas havia muito amor entre eles, e ia tudo bem, até que o destino os separou, o mesmo destino que um dia os uniu. Ao longo do livro vamos ter algumas revelações, onde entenderemos que o destino para os separar teve uma mãozinha  aí, com ajuda de um vilão. Mas não vou contar o livro. O reecontro deles é emocionante. O mocinho sofre de amnésia que o levará a se apaixonar duas vezes pela mocinha. 
Esse livro é muito bom! O cotidiano é gostoso, a maneira que a autora narra a história é ótima, com o "Time" das situações acontecendo tudo na ordem certa. 



RESUMO DO LIVRO


Os olhos de Laura fixaram-se na figura máscula, forte e morena do dr. Jacob Surratt. Não era possível! Ela só podia estar sonhando. Era Jim... seu marido desaparecido há seis anos! O dr. Surrat, porém, parecia indiferente à grande emoção que a dominava. Agia como se nunca a tivesse visto antes. Deus! O que teria acontecido de tão grave para que simplesmente ele ignorasse os momentos de amor e prazer que haviam compartilhado

TRECHO DO LIVRO



PRÓLOGO 

Durante todo o dia, Laura teve a estranha sensação de que algo muito ruim estava por acontecer. Agora, despertando de um cochilo no sofá da sala e sentindo o corpo cansado, a mesma sensação a dominava. Não tinha por costume dormir à tarde, mas, entrando no último mês de gravidez, adormecia com a maior facilidade, a qualquer hora do dia. 
Erguendo o braço, Laura olhou para o relógio: quatro e meia. 
Havia dormido por mais de uma hora. Com certeza, seu pai tinha ido para a estação rodoviária já há algum tempo e, ao sair, achara melhor não acordá-la. 
Com os olhos distantes, lembrou-se do dia anterior, quando fora levar Jim à rodoviária. Podia parecer bobagem, mas a visão do ônibus se afastando, soltando fumaça, a deixara transtornada. Mesmo ficando longe um do outro apenas por um dia e uma noite, era a primeira vez que se afastavam desde o casamento. 
Espreguiçando-se e bocejando, Laura pôs-se de pé e calçou os chinelos. Tinha a impressão de que sua barriga estava grande demais. Talvez porque normalmente fosse uma mulher magra e estivesse grávida pela primeira vez. 
"Estou cansada", pensou. "Gostaria que o parto acontecesse logo." 
Na verdade, Laura estava ansiosa por uma porção de coisas: para que Jim voltasse de viagem, para que se mudassem para a casa que seria só deles, para ver o bebê... 
Afastando uma mecha de cabelo da testa, Laura atravessou o vestíbulo da casa de fazenda, decorado à moda antiga, e olhou para o céu acinzentado através da janela. Os campos, tão verdes e alegres durante a maior parte do ano, pareciam desolados e sem vida naquele final de inverno. 
A enorme casa branca, único lar que ela conhecera na vida, pertencia ao seu pai, um conhecido veterinário. 
Depois do casamento, ela e Jim haviam resolvido permanecer ali, em parte porque seu pai queria companhia, em parte porque era conveniente para Jim, já que na época ele não conseguira encontrar uma casa que lhes agradasse de todo para morar. 
Mas isso logo mudou. Há cinco meses, adquiriram uma bela casa em Sedona, que estava passando por uma reforma. A obra já estava quase terminada, e Jim tinha viajado a Flagstaff justamente para comprar o material de acabamento que ainda faltava. 
Laura afastou-se da janela ainda com a sensação esquisita de que algo estava por acontecer. Isso, porém, não fazia sentido, e outra vez ela achou que era tudo por causa da ausência de Jim. Era até engraçado. Parecia que estava longe do marido há meses, e não apenas há um dia e uma noite! 
Rindo de si mesma, dirigiu-se à cozinha, pensando em tomar um pouco de chá. Mas nesse instante um carro parou em frente a casa e ela voltou correndo para o vestíbulo, o coração disparado, a tempo de ver o pai entrar sozinho. 
- Papai! Onde está... 
Ao ver a expressão do pai, ela não conseguiu concluir a pergunta. Ele estava mais branco do que uma folha de papel! 
- Jim não estava naquele ônibus, Laura... - informou ele, com a voz trêmula. 
Ela sentiu um nó na garganta. Não podia acreditar no que estava ouvindo. 
- Mas ele tinha que estar! Na certa você o perdeu. Vamos até lá.
- Jim não estava lá, eu já disse. Esperei até que o último passageiro descesse. 
- Ele... deve ter perdido o ônibus. É claro que chegará no próximo. 
- O próximo ônibus só chega amanhã pela manhã, filha. E se fosse isso, ele teria telefonado. 
Laura entendeu o que o pai estava sugerindo. Devia ter acontecido algo de muito grave com Jim. 
Desesperada, falou: 
- Vou ligar para o hotel em Flagstaff. Eles me darão uma explicação. Tem que haver uma explicação! 
Correu para o telefone. Seu pai, porém, foi mais rápido. Alcançando-a, tirou-lhe o fone da mão e ordenou: 
- Deixe que eu ligo, Laura. Sente-se ali e espere. 
- Como é que eu vou ficar sentada?! - ela explodiu, a aflição estampada nos olhos. - Não posso fazer isso enquanto Jim... 
O veterinário encarou-a, sério, não admitindo ser contrariado. 
Caindo em si, ela sentou-se, enquanto ele falava ao telefone. 
Um minuto mais tarde, ele pôs o fone no gancho e abaixou a cabeça, antes de falar: 
- Jim Stone não apareceu no hotel onde fez reserva. 
Laura ficou pálida, sem fala, olhando para o pai. Não demorou para que as lágrimas começassem a rolar por seu rosto. 
"Eu deveria ter ido com ele...", lamentou-se em silêncio. "Mas nós o encontraremos. Sei que o encontraremos! Jim não pode ter desaparecido assim, justo agora, quando vamos ter um bebê e a casa..." 
Observando o semblante sério do pai, ela percebeu que não adiantava ter esperanças. Jamais encontrariam Jim, porque ele havia ido embora, para sempre! 
Laura apoiou-se na mesa elevou a mão à barriga, enquanto contraía os músculos da face. O bebê estava se mexendo violentamente... 



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

SÓ POR UMA NOITE

Só por uma noite
(Intimate Enemies) Julia Edição de Natal nº 01
Jessica Steele


Esse livre cabe dentro da maioria dos gostos, pois é um livro gostoso de ler, bem escrito, o cotidiano é ótimo. O tema desse livro é mal julgamento. A mocinha é mal julgada por um erro de seu ato inconsequente, pois ela ouve um diagnóstico errado, onde pensa que vai morrer, como fala o resumo do livro. Ela vai em um bar e sai com um cara, e logo vai para a cama com ele  (Vamos lembrar que esse romance é da década de 80 e o romance é escrito por uma inglesa, e os padrões ingleses era considerado uma mulher assim como vulgar. Sabemos que vivemos em um mundo machista, onde o homem pode tudo, e a mulher não.) 
Voltando para a história:
Não passa muito tempo ela o reencontra na casa de sua amiga, onde irá passar o natal.
Esse romance tem pitadas de ciúmes do mocinho por ela. E ela o confunde, pois ela mostra um lado muito angelical, de boa moça... 

Leiam!!!!!!!!






Ela não tinha nada a perder

O acidente que ceifou a vida dos seus pais havia deixado Anne a definhar sozinha em um hospital, certa de que tinha apenas alguns meses de vida.
O desespero levou-a a um encontro romântico com um homem a quem ela não conhecia, e quando soube, afinal, que não estava para morrer, ela rezou para nunca mais ficar cara a cara com aquele estrangeiro.
Mas não era para ser assim. Buscando consolo na casa de sua melhor amiga, ela deu de cara com o homem cuja memória a atormentava.


TRECHO DO LIVRO



O rapaz não deu continuidade ao que ela começou a dizer. Examinou-a com mais atenção e Anne teve certeza de que ele a achava horrível com tanta maquilagem.
- Quer tomar outra bebida? - ele ofereceu.
- Não obrigada, ainda tenho bastante. - Virou o rosto para que ele não percebesse como se odiava pelo papel que estava fazendo. Afinal de contas, estava sozinha num bar e tinha começado a conversa, o que dava a ele o direito de pensar coisas horríveis a seu respeito. Mas... ele não tinha tomado a iniciativa, quando a tinha ajudado a subir no banco?
Olhou-o pelo canto dos olhos e viu que o rapaz tinha voltado à posição anterior, concentrado em sua bebida. Virou-se para a porta para ver se via sinal de Sally, mas. nada!
- Talvez aceite a bebida que me ofereceu... se for um pouco mais tarde. - A que ponto de desespero ela tinha chegado! Estava sendo oferecida só para ter alguém com quem falar!
O rapaz a olhou com um certo desprezo.
- Quem sabe eu lhe dou outro mais tarde? Quantos anos você tem?
- Sou maior de idade. - Ela assumiu um ar independente.
- É bom que seja, mesmo. Você parece se expor com muita facilidade.
- E acha que isso é motivo para queixas? - Meu Deus, o que ela estava dizendo? Tinha ficado louca?
- Não estou me queixando. Garotas como você são bem úteis, às vezes.
Anne não tinha muita certeza sobre o que estavam falando. Uma dor fina e aguda a estava perseguindo e ela compreendeu que não ia agüentar muito tempo sem um apoio para as costas.
- E tem usado esse tipo de garotas? - Não queria continuar nesse jogo de palavras, mas a dor, sempre constante, a fazia lembrar de seus problemas. Então, por que não viver uma experiência diferente?
- Nunca paguei por. por esse tipo de prazer - ele respondeu com frieza.
- Quem está lhe pedindo que pague? - Sentiu o rosto arder, mas mantinha a cabeça ereta. Sabia que essa conversa era sórdida e horrorosa, mas pelo menos estava falando com outro ser humano e não chorando em casa.
- Está se oferecendo para mim. de graça? - O rapaz parecia não acreditar no que ouvia.
- Não estou me oferecendo. - Arrependeu-se no mesmo instante. Assim o rapaz ia perder o pouco interesse que tinha conseguido despertar e ela teria que ficar sozinha de novo.
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- Então está apenas querendo me deixar excitado, como brincadeira? Escolheu a pessoa errada para isso, garotinha. - Ele colocou o copo vazio sobre o balcão.
Agora ele vai embora e eu vou ficar aqui sozinha, pensou desesperada.
- Não vá! - ela pediu. Alguma coisa em sua súplica atingiu o alvo, porque em vez dele levantar e ir embora permaneceu onde estava.
- Pode me dar uma boa razão para que eu não vá?
- Não posso. Acontece que estou cheia de mim mesma, e pensei. pensei que. - A voz dela sumiu.
- Já tenho problemas de sobra e não estou disposto a ficar ouvindo os seus, mas posso lhe dizer que também eu estou cheio. de tudo. - Ele a olhou direto nos olhos. - Já está pronta para a bebida que lhe ofereci?
- Ainda não. - Anne sorriu, feliz por ele ter resolvido ficar.
- Mora aqui por perto? - Ela começou outro assunto, sem saber exatamente o que dizer. Já tinha desistido de ver Sally entrar. A moça devia ter desistido de vir.
- Não moro longe - foi a resposta evasiva. Ela compreendeu que não importava o que falassem, não deveria manter a conversa em termos pessoais.
Sabia que o rapaz não queria fazer confidências a um tipo de moça como ele julgava que ela fosse. Tomou mais um gole de bebida, procurando força e determinação para continuar conversando. Por um longo instante, longo demais para seus nervos, o silêncio foi a única coisa ali presente. Por mais que procurasse o que dizer, não achava nada. Depois, resolveu perguntar banalidades.


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MOMENTO BOM DO LIVRO:


O rapaz se aproximou lentamente, o olhar duro e frio. Ela sentiu que tremia, que o sangue ficava gelado em suas veias. Se pudesse teria saído dali correndo, para nunca mais pensar que aquele momento poderia ter existido.
Por alguns segundos ficaram frente a frente, quietos, ele sério, e ela com o rosto pálido, os lábios trêmulos. Foi então que Helen voltou ao hall.
- Até que enfim encontrei você, Dyson. Fui até a sala de estar achando que você e Simon estavam lá.
- Simon saiu - Dyson explicou, sorrindo para a irmã. Helen ia apresentar a amiga quando notou sua aparência transtornada.
- Está se sentindo bem, Anne? Parece um fantasma!
- Estou bem.
- Deve ser a mudança de temperatura - Dyson interveio. -Lá  fora está frio e eu quis que a casa ficasse quente e agradável para recebê-las. Posso mandar diminuir a temperatura. Não havia nada nas palavras de Dyson que demonstrasse que ele a tinha reconhecido. Sentiu-se mais relaxada, pensando que quatro meses já tinham passado desde aquela noite. Pela aparência atraente de Dyson, ele já devia ter tido uma porção de outras noites iguais e sua imagem podia estar esfumaçada na memória dele. Mesmo assim se sentia insegura, ao pensar que teria que ficar sob o mesmo teto com ele durante quase uma semana.
- Deve ter sido isso mesmo - Helen concordou. Depois deu uma risada gostosa. - Pensei que estivesse com medo de conhecer minha família!
- Nada disso, Helen - Dyson falava com a irmã, mas não tirava os olhos de Anne. - Tenho certeza de que sua amiga não é um coelhinho assustado.
Teve novo choque. A afirmação deixava claro que ele a tinha reconhecido.

O LIVRO SE ENCONTRA EM: http://amoraosromances.blogspot.com.br/2012/05/so-por-uma-noite-intimate-enemies.html



domingo, 17 de janeiro de 2016

A MÁSCARA DO AMOR


Gostei muito do livro.
Gosto muito da maioria dos livros da Charlotte Lamb. Acho as histórias muito boas, ela vende bem seu peixe. São histórias bem amarradas, e mais realistas.
Os mocinhos geralmente, são irônicos, sarcásticos e fortes.

 A características dos livros dela, é que não temos o pensamento do mocinho. Só deduzimos o que ele sente, pelo ótica da mocinha.

O livro aborda o tema casamento desfeito. 

Título do livro é muito sugestivo, pois eles escondem seus sentimentos e por isso usam "máscaras" de frieza. literalmente por proteção dos seus próprios eu's. 

No desenrolar dos fatos, ele vão descobrindo as atitudes erradas que tomaram e agiram para levar o término do casamento. 

Quem gosta de mocinhos Ogros, esse livro é um prato cheio.

O mocinho, Steve é frio e calculista, manipulando para conseguir ficar com Lisa.
Quem gosta do gênero desse tipo de livro, vai gostar muito.


RESUMO DO LIVRO:

"Você casou comigo e, queira ou não, vai continuar minha, mesmo que não valha nada", disse Steve Crawford cruelmente quando reencontrou Lisa, depois de um ano de separação. Tinha sido difícil abandonar sua brilhante carreira como modelo de publicidade, sua casa, seus-amigos, para fugir de um homem que não acreditava em sua sinceridade e a chamava de esposa infiel. Agora Steve estava ali, exigindo que ela voltasse. O pior é que Lisa ia mesmo voltar, pois não resistia ao apelo viril de Steve. Seria isso o amor? Ou não passava de uma máscara para encobrir o desejo por aquele homem, que não a abandonava nunca?


PEDACINHO DO LIVRO


"Lisa lançou um olhar por cima do ombro dele, em direção à mesa de onde sentia vir o olhar tão insistente.
A sala escura pareceu como a desilusão de um pesadelo. O coração dela parou por um instante, depois começou a bater de novo, num ritmo rápido e doloroso.
Ele era alto, os ombros retos e largos. Estava preguiçosamente recostado na cadeira, com uma das mãos segurando um copo de vinho que fazia girar entre os dedos enquanto olhava para Lisa. Quando encontrou os olhos azuis, um sorriso de zombaria apareceu neles, mas não se refletiu na boca dura e severa.
Lisa pretendia apreciar a refeição, tornar a provar o gosto dessa vida da qual saíra sem se lamentar muito. Mas agora só tinha uma idéia  fixa, queria ter coragem de levantar e sair.
Estremeceu involuntariamente ao pensar que teria de comer com aqueles olhos azuis fixos nela como estavam agora, estreitos, duros, irônicos."

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"Os outros estavam conversando, rindo, e nada perceberam. Abaixando o copo, Lisa encontrou o olhar dele e sufocou o pulsar rápido do corpo, precipitado pelo modo como a olhava.
Depois do jantar sentou ao lado de Jon, que só conseguia murmurar uma ou outra palavra. Passou a mão pela cintura dela e puxou-a para mais perto. Deliberadamente apoiou-se nele, sentindo os dedos que a seguravam pouco abaixo da curva dos seios, e ficou fitando Steve, que sorria levemente, mas tinha uma expressão estranha enquanto observava Jon abraçá-la.
Lisa virou a cabeça para sorrir para Jon e seu cabelo roçou suavemente o rosto dele. Jon estendeu timidamente a mão e tocou a pele macia como seda do rosto de Lisa. Lisa nunca tinha visto qualquer sinal de excitação em Jon, mas agora viu um brilho diferente no olhar dele e percebeu que tinha sido ela, sua própria sensualidade interior, que despertara essa reação nele. Ele estava sendo tragado pelo poderoso redemoinho sexual que havia dentro dela, e, inconscientemente, ia sendo afetado por ele.
Baixou os cílios negros sobre os olhos verde-azulados e brilhantes. Sentiu que Jon se inclinou ligeiramente e tocou seus lábios antes de mudar de lugar.
Evan parecia irritado. Pretendia manter Crawfordd na companhia de Lisa. Mas, pela primeira vez, o cunhado o desafiava e ele não podia fazer nada na presença de Anna"







Meninas,

Aqui no blog, não tem dona da verdade. Como diz o título do blog, PONTO DE VISTA - LIVROS. Pois cada uma tem seu ponto de vista. Hoje temos 3 comentaristas, eu gostaria que tivesse mais, sabe por quê? Pois cada uma tem um ponto de vista diferente, e cada leitora vai se identificar com a comentarista que tem o ponto de vista parecido com o seu.


GOSTARIA QUE PARTICIPASSEM, COMENTANDO OS LIVROS. QUE NÃO FICASSE UM MONÓLOGO.

QUEM QUISER PARTICIPAR COMO COMENTARISTA, FALAR COMIGO NO
amoraosromances2@gmail.com